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Na
estrada desde a metade de 2002, a Só Creedence fez todo o
circuito de bares e casas noturnas da noite portoalegrense. De bares
completamente underground a casas mais sofisticadas; do Garagem
Hermética (onde rolam as edições do projeto
Super Tributos, com 2 ou 3 bandas na mesma noite) ao Abbey Road
e Sgt. Peppers (onde foi gravado o CD e DVD ao vivo); do extinto
Dado Tambor aos mais recentes como o Revolution Pub e Art &
Bar, passando também pelos palcos do Espaço DuFont
(onde se apresenta todas as primeiras quintas de cada mês),
Free Riders e John Bull, sempre buscando levar a música do
Creedence Clearwater Revival a um maior número de pessoas,
mostrando a qualidade, a emoção e a alma de uma época
onde se fazia música com o coração. No antigo 8 1/2, na Sarmento Leite — em sua primeira apresentação — que a Só Creedence recebeu um dos elogios mais importantes de sua trajetória, vindo de um espectador que esteve em Woodstock e que assistiu o Creedence Clearwater Revival em mais de uma oportunidade: "Saí de casa achando que ia ver mais uma banda cover, mas com o show de vocês me senti de volta aos anos 60, quando morei nos Estados Unidos e assisti o Creedence em Woodstock." |
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| Foi o começo
de uma banda que fez história revendo os conceitos de bandas
cover no Rio Grande do Sul, indo além de apenas tocar as
músicas de um determinado grupo. Foi o começo dos
chamados "tributos", buscando apresentar total fidelidade
de timbres e arranjos, com instrumentos e amplificadores de época
— semelhantes aos que o Creedence usava (com destaque para
um amplificador de guitarra da marca Kustom, fabricado em 1970,
igual ao que Jonh Fogerty (vocalista e guitarrista do Creedence)
usou em Woodstock e provavelmente o único no Brasil) —,
dinâmica de palco e também a preocupação
com cenário e figurino, levando o espectador a uma verdadeira
viagem, sonora e visual, ao final dos anos 60 e começo da
década de 70, com uma mistura de rock and roll clássico
(influenciada por caras como Elvis, Roy Orbison e Little Richard),
blues, country-rock e a lisergia das experimentações
psicodélicas típicas da época. No ano de 2003 começaram as apresentações pelo interior do Rio Grande do Sul, em bares e pubs, e também os shows em encontros de motociclismo, criando empatia, amizade e respeito mútuo com um público que tem na música do Creedence uma identificação muito forte com seus ideais de união, amizade e liberdade. E o mais importante: fazendo muitos e queridos amigos pelas estradas. |
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Em 2004 a Só Creedence passou por uma reformulação, saindo os irmãos Paulo "Funéreo" (vocais) e Leandro Zgraia (contrabaixo), sendo substituidos por Álvaro Borges e Marcelo Abreu, mantendo os guitarristas e baterista originais, Christian Iwers, Rafael Cony e Hamilton Félix. Com essa formação, no final do ano, a Só Creedence foi a primeira banda-tributo brasileira que gravou um CD e DVD ao vivo, chamando a atenção da produção que trouxe o Creedence Clearwater Revisited (reformulação atual do Creedence, que conta com seu baixista e baterista originais — Stuart Cook e Doug "Cosmo" Clifford). CD
da Só Creedence gravado ao vivo em 2004. |
Em 2006 a Só Creedence foi convidada pela produção nacional do show do CCRevisited para conhecê-los pessoalmente em um show na cidade de Tubarão, SC, onde foi possível bater um papo com os músicos do Creedence e presenteá-los com CDs, DVDs e camisetas. Algum tempo depois a Só Creedence recebeu a informação da produção do show de que Doug Clifford, Stu Cook, John Tristao e os demais músicos do CCRevisited ficaram impressionados com a qualidade e o profissionalismo do trabalho, reconhecendo a Só Creedence como o mais fiel tributo do Brasil. Ao lado, parte da Só Creedence com os integrantes do CCRevisited; Doug Clifford (baterista original do Creedence) com a camiseta e CD da Só Creedence entre Rafael Cony e Álvaro Borges após o show do CCRevisited em Tubarão e a Só Creedence em ação, "revivendo a música do Creedence Clearwater Revival" com toda emoção dos anos 60 e 70. |
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![]() Acima, show "CCR 40th Years Tribute Concert" no Teatro 13 de Maio, em Santa Maria e cartaz do Abbey Road, em Porto Alegre |
O ano de 2008 foi marcado pelos 40 anos do lançamento do
primeiro álbum do Creedence, no dia 15 de julho. |
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| Além do Tributo ao Creedence, a SÓ CREEDENCE apresenta
também um tributo à carreira solo de John Fogerty
(compositor, vocalista e guitarrista do Creedence), tocando
diversas canções de seus álbum solo, |
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O
Creedence Special Night é o show que a SÓ
CREEDENCE geralmente apresenta em bares, com duas a três
entradas no palco, em um show mais extenso, que contempla
em seu repertório, além dos grandes clássicos
do CCR, canções um pouco mais obscuras para
a maioria do público, e que satisfaz em sua plenitude
os fãs mais exigentes do Creedence Clearwater Revival. |
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O
The Concert, a exemplo do clássico álbum ao
vivo do CCR, é um show voltado a teatros, que resgata,
através de uma ordem cronológica na execução
dos temas, intercalando com um pouco da história,
a importância e a influência do Creedence na
história do rock, mostrando desde canções
da fase "pré-Creedence", quando ainda se
chamavam "The Golliwogs" até temas do último
disco, Mardi Gras, que a banda, sem Tom Fogerty, lançou
em abril de 1972. |
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Desde
2005, após o lançamento do CD e DVD ao vivo,
a SÓ CREEDENCE produziu um espetáculo acústico,
deixando as guitarras guardadas em seus cases e colocando
os violões a serviço de seu tributo ao CCR,
apresentando um espetáculo acústico, mas com
a mesma energia dos shows elétricos. |
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Um setlist com algumas canções
compostas e gravadas nos álbuns lançados por
John Fogerty nas décadas de 70, 80, 90 e 2000, com
destaque para canções como Jambalaya (The
Blue Ridge Rangers, 1973), Rockin´ All Over The
World e Almost Saturday Night (JF, 1975), The
Old Man Down The Road, Rock And Roll Girls e Centerfield
(Centerfield, 1985), Hot Rod Heart e Bring
It Down To Jelly Roll (Blue Moon Swamp, 1997), Deja Vu (All
Over Again) do álbum de mesmo nome (2004) e Creedence Song e
Gunslinger, do Revival, álbum de 2007. |
A
Só Creedence não tem a pretensão de ser
a melhor banda cover do Creedence, até porque nossa proposta
sempre foi fazer um tributo, procurando manter os arranjos originais,
usando instrumentos e amplificadores semelhantes aos que eles
usavam nas décadas de 60/70 e, acima de tudo, levando
a magia das canções inesquecíveis do Creedence
a um maior número possível de pessoas. |
Contatos para shows, entrevistas e eventos: ESCRITÓRIO DE PRODUÇÃO EXECUTIVA SÓ CREEDENCE Av. Venâncio Aires, 912 | sala 403 | Bairro Bom Fim | Porto Alegre | RS | CEP 90040-192 Fone/Fax: 51 3332.4926 | Celulares: 51 9919.6952 (Rafael Cony) | 51 9949.9231 (Álvaro Borges) contato@socreedence.com.br | rafaelcony@gmail.com |