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Álvaro Borges
.: vocais

Conhecido por seu ecletismo, Álvaro "Balaca" Borges começou a cantar aos 15 anos e, aos 18 já participava da Sacrário, banda de músicas próprias influenciada por Iron Maiden e coisas mais pesadas... Sentindo necessidade de expandir o seu som, começou a participar de várias bandas cover, cantando um repertório que ia da MPB ao Rock and Roll, passando pelo Reggae e Pop Rock, culminando com a participação em um show da Tribo de Jah em Porto Alegre.

Antes de integrar a Só Creedence fez parte da banda Mazzy, fazendo shows pela região metropolitana de Porto Alegre e interior do Estado. Colecionador de discos também, forma com Rafael Cony uma dupla que pode ser considerada como uma enciclopédia musical: “volume I e volume II da história do Rock”. Suas principais influências são Beatles, Deep Purple, Rainbow, Whitesnake e David Bowie.

Músicas do Creedence que mais gosta de tocar: “Uma das que mais curto é Born on the Bayou, e também Green River, Midnight Special e Who´ll Stop yhe Rain. Com nosso tributo à carreira solo de John Fogerty, tenho curtido muito a Centerfield, Hot Rod Heart, Premonition, The Old man Down the Road e Bring it Down to Jelly Roll, entre as outras que tocamos do Fogerty, que, aliás, tem discos maravilhosos.”
O que costuma ouvir além de Creedence: "Beatles e afluentes, Elvis, David Bowie e Hard Rock dos anos 70."
Equipamento de palco: “Precisa mais do que meu Shure SM 58? Para cantar Creedence, o Chris e o Rafael fizeram eu abandonar os efeitos... é minha voz natural, e nos tons originais do Fogerty".

Dizem que todas as bandas tem problemas... o Álvaro é o menor dos nossos.

 

Christian Iwers
.: guitarra solo e lap steel


Dizem que quando o Christian nasceu, em vez de chorar ele saiu pela sala de parto tocando o riff de Johnny Be Good.

Formou sua primeira banda ainda nos tempos de colégio, na segunda metade dos anos oitenta quando matava aula pra ficar no “Bar do Zé” tocando violão, ao lado de Rafael Cony. Pura diversão e rock and roll. O passar do tempo e o interesse por instrumentos musicais fizeram de Christian um dos mais importantes e conceituados luthiers de Porto Alegre, especializado na recuperação de instrumentos vintage e tendo como clientes nomes consagrados da cena musical do Estado.

Antes da Só Creedence trabalhou com inúmeras bandas e músicos, como Rola Stones, André Serrano e Mutuca. É proprietário da loja Chris Instrumentos Musicais..

Músicas do Creedence que mais gosta de tocar: “Todas, mas se for pra escolher "uma", fico com Green River, Fortunate Son, Up Around the Bend e Down on the Corner.”
O que costuma ouvir além de Creedence: "Sempre ouvi muito blues e rock and roll dos anos 60. Chuck Berry, Johnny Winter, Elvis, ZZ Top, Rod Stewart, Roy Orbison... É isso: rock, blues e Ramones".
Equipamento de palco: “Duas guitarras e um amp. Ah, e o lap steel, principalmente pra tocar Bring it Down to Jelly Roll."

  Rafael Cony
.: guitarra base e violão

Um cara que tem o autógrafo do Chuck Berry tatuado no braço. Praticamente nasceu ouvindo rock and roll e, apesar de ter um gosto eclético que vai do erudito ao jazz, é realmente o rock que faz sua cabeça. Colecionador de discos, tem em sua discoteca, além de nomes clássicos do rock, uma infinidade de raridades e bandas desconhecidas dos anos sessenta e setenta distribuídos em mais de 3.000 cds. Apresenta todas as terças-feiras na Rádio Putzgrila (www.radioputzgrila.com.br), os programas DIGESTIVO PUTZGRILA e RAFAEL CONY FLYING CIRCUS, onde mostra um pouco de seu acervo musical, com muitas raridades e curiosidades da história do rock. Mantém os blogs MINHA VIDA É O ROCK AND ROLL e RAFAEL CONY.

É também designer gráfico e publicitário, trabalhando com outras bandas e músicos na criação e produção de capas de discos. É o responsável pelos trabalhos gráficos da Só Creedence, o site e a produção executiva da banda.

Músicas do Creedence que mais gosta de tocar: “Uma das músicas que mais gosto de tocar é um cover que o Creedence fazia: “My Baby Left Me”, gravada no Cosmo´s Factory. Muita gente pensa que essa música é do Elvis, mas na verdade até ele fez cover. O autor é o Arthur “BigBoy” Crudup. Gosto muito de Green River, Midnight Special e Fortunate Son, e da psicodelia de I Put a Spell on You, Born to Move e Hideaway.”
O que costuma ouvir além de Creedence: "A melhor banda de rock and roll do Brasil: Garotos da Rua. Curto também Ultraje a Rigor e os clássicos Stones e Beatles. The Band, The Faces, ZZ Top, The Who, Fever Tree, Joshua Redman, Miles Davis e bandas psicodélicas do final dos anos 60 também fazem parte do que costumo ouvir. Em resumo: rock and roll, country, blues, psicodelia, bluegrass.
Equipamento de palco: “No palco, para manter os timbres das bases de Tom Fogerty vario as guitarras de acordo com as canções: como semi-acústicas uso uma Epiphone Sheraton II semi hollowbody com dois humbuckers, sendo um Gibson Classic ´57 na ponte, e uma "pequena maravilha", que é uma réplica feita a mão de uma Rickembacker 330 com acabamento sunburst feita pelo mestre Romeu, da Behger, que, só para dar uma idéia do seu trabalho, é irmão do Nenê — que era o baterista d´Os Incríveis — e que fabricou guitarras e baixos para grandes nomes da Jovem Guarda. Um instrumento único e que toco com todo carinho e honra. Para completar as guitarras, uso também uma Rickembacker 325 com captação e ferragens originais da Rick, e como guita reserva, costumo viajar com uma Tele “Custom by Ciwers” equipada com 2 captadores P-90. Nas músicas que são executadas com violão uso um Epiphone EJ-300, além de um resonator nos shows acústicos, para dar um tempero, principalmente nos temas country. Os meus amps são um Peavey Classic 50, combo valvulado com 4 falantes de 10” e um cabeçote Meteoro "signature by Faíska", totalmente valvulado e ligado numa caixa Sun com 4 falantes de 10”, fabricada na década de 70. De efeito, uso a distorção própria do amp e um Tube Screamer. Nas apresentações em TV ou rádio, quando não precisa plugar o violão, costumo usar um bom e velho "Gianninão" modelo Rita Lee da década de 70.


  Marcelo Abreu
.: contrabaixo

Abreu, como é chamado pelos amigos, arriscou seus primeiros acordes aos 15 anos, quando ganhou seu primeiro violão. Ouvindo sua banda preferida, percebeu que o que mais lhe agradava era o som grave das músicas e, graças ao Geddy Lee, decidiu tocar baixo...

Formou sua primeira banda aos 21 anos, fazendo músicas próprias e covers. Em 1994 fez parte da Texas Blues, apresentando covers de Eric Clapton e Stevie Ray Vaughan. Em 1999, ao lado de Christian Iwers, participou da banda PontoComPontoBR, fazendo covers nacionais e internacionais.

No ano de 2000 participou da banda Tokeloko, interpretando temas dos Beatles e, antes de entrar para a Só Creedence trabalhou, de 2001 a 2003 com o lendário Mutuca e sua Hot Club Band, fazendo releituras de clássicos essenciais da história do rock, como The Doors, Roy Orbison, The Animals, Yardbyrds, entre outros.

Músicas do Creedence que mais gosta de tocar: “Gosto bastante Have You Ever Seen the Rain?, Lodi e Cotton Fields”
O que costuma ouvir além de Creedence: "Rush, Beatles, Rush, Led Zeppelin, Rush, Queen e Rush."
Equipamento de palco: “Costumo levar para os shows dois contra-baixos: um Jazz Bass de luthier e outro Jazz Bass Shelter. Uso um amplificador GK800 ligado a duas caixas, uma caixa Hartke Systems com um auto falante de 15' e outra Ampeg com 4 auto falantes de 10 polegadas".

A propósito, mesmo sendo "contrabaixo" o Abreu é amigo do Álvaro...
 

Reynaldo Migliavaca
.: bateria

Imaginem o Cosmo — Mr. Doug Clifford — sendo substituído pelo John Bonham ou pelo Keith Moon.
Pois é... da mistura desses dois monstros a cidade de Casca, no Rio Grande do Sul nos trouxe o Reynaldo, nosso Animal (numa referência ao batera dos Muppets).

Além da Só Creedence as bandas Severo em Marcha e Caldeira Elétrica contam com a pegada firme, forte e precisa das baquetas do Reynaldo.

Músicas do Creedence que mais gosta de tocar: “Pra mim as matadoras são Run Through the Jungle, Fortunate Son, Bootleg,
Green River e Born on the Bayou”
O que costuma ouvir além de Creedence: "Cream, Led Zeppelin e Black Keys."
Equipamento de palco: “Quando tocamos em eventos grandes acabo usando a bateria disponível pela sonorização para facilitar.
Nos bares e pubs uso a minha
Pinguim setentona, de época, afinal é a onda da Só Creedence.
Bumbo 24X16, caixa 14X6, ton 14X12, surdo 18X16. Peles: Remo coated Emperror, Evans EMAD2, Remo Clear Controlled Sound (Black Dots). Pratos: 1 Paiste 2002 Crash "18, 1 Paiste 2002 Ride "20 (Black Label), 1 Paiste 2002 Sound Edge Hi-hat "14. Baquetas: Alba 5BL.
E é isso... Roquenrol!

Além das cinco bestas do apocalipse a Só Creedence conta a participação de alguns amigos que participam de shows especiais, dando um tempero a mais no saxofone e nos teclados ou quando
o Reynaldo já tem alguma outra data ocupada por seus trabalhos autorais. Sem contar que é sempre um prazer tocar com músicos do gabarito e competência dessas três figuras...
Mr. Germano Paranhos
.: teclado e piano

A sutileza dos arranjos de piano das
canções mais populares e conhecidas
do Creedence é tanta que muitas vezes
passa despercebido. Mas estão lá!
E nosso brother Germano está nos
palcos de alguns shows da Só Creedence
para garantir ainda mais qualidade e
fidelidade, possibilitando também
explorar o lado mais psicodélico do CCR
em canções como (Wish I Could) Hideaway
e Born to Move, além do belo arranjo de
Long As I Can See the Light.

Mr. Marco Piccoli
.: saxofone

Traveling Band, Molina e Long As I Can
See the Light, além de alguns outros
improvissos, ficam espetaculares com
os solos de sax do Picolli.
Mr. Arnaldo
.: bateria

Quando rola algum conflito nas datas
da Só Creedence com a Severo em
marcha ou a Caldeira Elétrica, temos
as competentes e precisas baquetas
do Arnaldo para segurar a onda.
Uma banda não é nada sem sua equipe técnica, e disso a Só Creedence pode se orgulhar: antes de grandes profissionais, ótimos amigos que tornam a estrada menos longa e mais divertida.
General Netho
.: técnico de áudio & operador de som

Maradona ou Charles Bronson.
Sem ele o som da Só Creedence não seria o mesmo.
Praticamente o sexto integrante da banda, é o cara que cuida para que o som
saia sempre redondo para o público, operando a mesa de som e resolvendo
os problemas técnicos relativos ao áudio que possam ocorrer.
Leandro Bittencourt
.: gerente auxiliar de relações tático-estratégicas de logística superior aplicada ao transporte integrado de executivos ligados à área musical com ênfase em city-tour aleatório, ou seja: motora da Só Creedence.

Leandro e sua van. Dentr outros parceiros, é o motorista oficial da Só Creedence, levando a Só Creedence e sua trupe com segurança pelas estradas a fora e sua van, praticamente um Magic Bus.

Grande parceiro, também faz a mão na hora de vender os cds, dvds e camisetas da Só Creedence durante os shows.

Além do Leandro contamos também com nossos motoras suplentes: Daison e Poletti.
GooGoo
.: roadie, carregador e aspone

O mais novo membro da família Só Creedence.
É também baixista da banda Os Cães de Aluguel e responsável por manter
a ordem e os bons costumes durante a montagem e desmontagem do palco
para a Só Creedence, e também descascar possíveis abacaxis que possam
aparecer durante o show.
Alemão
.: roadie, carregador e segurança

É possível existir uma mistura de Ronald Golias, He Man, Johnny Bravo e
Rocky Balboa? E sem tornozelos? Sim! e esse ser é o Alemão, carregando,
montando e desmontando (não necessariamente nessa ordem) o equipamento
da Só Creedence, atuando também como body guard em momentos difíceis.
Quando aparece, claro.